A Ford mostrou na Argentina os protótipos de duas novidades que vão ampliar a linha Ranger: a Tremor, preparada para o uso fora de estrada, e a PHEV, primeira configuração híbrida plug-in da picape na região. A apresentação ocorreu durante as comemorações dos 65 anos da fábrica de General Pacheco, responsável pela produção do modelo vendido no Brasil. Segundo os veículos argentinos Autoweb e Automundo, as unidades ainda tinham camuflagem parcial e antecipam os lançamentos comerciais previstos para 2027.

A exibição marca uma nova etapa de desenvolvimento, mas ainda não representa o início da fabricação em série das duas versões. No anúncio original, a Ford estabeleceu o começo da produção da Tremor para o fim de 2026, enquanto a Ranger híbrida plug-in tem fabricação prevista para 2027. A imprensa argentina informa que a Tremor será a primeira a chegar às concessionárias, seguida pela PHEV, ainda sem datas exatas de lançamento. De acordo com o portal R7, versão Tremor chega no começo de 2027.

A Ranger Tremor terá como principal novidade o motor 2.3 GTDi EcoBoost turbo, ampliando uma oferta regional hoje concentrada nos propulsores diesel. Para o Brasil, a Ford já confirmou que esse motor será flex, desenvolvido pela engenharia brasileira, assim como o conjunto a combustão da Ranger híbrida plug-in.

A potência definitiva ainda não foi divulgada. A mídia argentina utiliza como referência o Ford Everest vendido naquele mercado, que entrega 300 cv e 446 Nm, equivalentes a aproximadamente 45,5 kgfm. Esses números, porém, ainda não podem ser atribuídos à Tremor produzida em Pacheco, especialmente considerando a adaptação para gasolina e etanol destinada ao mercado brasileiro.

O pacote Tremor também vai além das mudanças de aparência. Segundo o Automundo, a preparação inclui maior altura livre do solo, suspensão e amortecedores específicos, pneus para uso fora de estrada, proteções inferiores e bloqueio de diferencial. A proposta é ampliar a capacidade em pisos difíceis e o uso recreativo, sem chegar ao posicionamento mais extremo da Ranger Raptor.

Já a Ranger PHEV representa uma mudança mais profunda na oferta da picape. A Ford mostrou na Argentina os protótipos de duas novidades que vão ampliar a linha Ranger: a Tremor, preparada para o uso fora de estrada, e a PHEV, primeira configuração híbrida plug-in da picape na região. A apresentação ocorreu durante as comemorações dos 65 anos da fábrica de General Pacheco, responsável pela produção do modelo vendido no Brasil. Segundo os veículos argentinos Autoweb e Automundo, as unidades ainda tinham camuflagem parcial e antecipam os lançamentos comerciais previstos para 2027.

A exibição marca uma nova etapa de desenvolvimento, mas ainda não representa o início da fabricação em série das duas versões. No anúncio original, a Ford estabeleceu o começo da produção da Tremor para o fim de 2026, enquanto a Ranger híbrida plug-in tem fabricação prevista para 2027. A imprensa argentina informa que a Tremor será a primeira a chegar às concessionárias, seguida pela PHEV, ainda sem datas exatas de lançamento. De acordo com o portal R7, versão Tremor chega no começo de 2027.

A Ranger Tremor terá como principal novidade o motor 2.3 GTDi EcoBoost turbo, ampliando uma oferta regional hoje concentrada nos propulsores diesel. Para o Brasil, a Ford já confirmou que esse motor será flex, desenvolvido pela engenharia brasileira, assim como o conjunto a combustão da Ranger híbrida plug-in.
A potência definitiva ainda não foi divulgada. A mídia argentina utiliza como referência o Ford Everest vendido naquele mercado, que entrega 300 cv e 446 Nm, equivalentes a aproximadamente 45,5 kgfm. Esses números, porém, ainda não podem ser atribuídos à Tremor produzida em Pacheco, especialmente considerando a adaptação para gasolina e etanol destinada ao mercado brasileiro.
O pacote Tremor também vai além das mudanças de aparência. Segundo o Automundo, a preparação inclui maior altura livre do solo, suspensão e amortecedores específicos, pneus para uso fora de estrada, proteções inferiores e bloqueio de diferencial. A proposta é ampliar a capacidade em pisos difíceis e o uso recreativo, sem chegar ao posicionamento mais extremo da Ranger Raptor.
Já a Ranger PHEV representa uma mudança mais profunda na oferta da picape. Como o R7-Autos Carros publicou em outubro de 2025, a Ford confirmou sua chegada ao Brasil em 2027, acompanhando a produção argentina. No mês seguinte, também antecipamos a adoção da tecnologia flex, com participação da engenharia brasileira e do Centro de Testes de Tatuí, no interior paulista.
O sistema combina o motor 2.3 turbo com um propulsor elétrico e uma bateria recarregável em fonte externa. Como referência, a Ranger PHEV europeia utiliza câmbio automático de dez marchas, motor elétrico de 75 kW, aproximadamente 102 cv, e bateria com capacidade útil de 11,8 kWh. O conjunto entrega 281 cv e 697 Nm, ou cerca de 71,1 kgfm, com autonomia elétrica de até 43 km pelo ciclo WLTP. A configuração sul-americana ainda terá seus números definitivos anunciados.
Essa arquitetura permite percorrer trajetos utilizando apenas eletricidade e recorrer ao motor a combustão em viagens ou quando necessário. Para quem consegue recarregar regularmente, abre a possibilidade de reduzir o uso de combustível nos deslocamentos cotidianos sem depender exclusivamente da infraestrutura de recarga para percorrer longas distâncias.
Outro detalhe observado pelo Autoweb é que o protótipo híbrido mostrado em Pacheco não correspondia a uma configuração de máximo equipamento. Isso levantou a possibilidade de a motorização PHEV equipar mais de uma versão, como acontece com o V6 diesel. A composição da linha, entretanto, ainda não foi confirmada. O Farol da Bahia já havia acompanhado a apresentação de unidades híbridas no Brasil em dezembro de 2025, quando a Ford também mantinha em aberto as versões destinadas ao país.
A chegada das duas novidades integra a transformação industrial de Pacheco, com investimentos acumulados de US$ 870 milhões, incluindo US$ 170 milhões destinados à Ranger híbrida plug-in. Para o consumidor brasileiro, a mudança amplia as possibilidades de escolha: a Tremor acrescenta preparação fora de estrada e motor turbo flex, enquanto a PHEV combina eletrificação com a possibilidade de abastecer com gasolina ou etanol. Preços e equipamentos finais ainda serão divulgados. A Ford confirmou sua chegada ao Brasil em 2027, acompanhando a produção argentina. No mês seguinte, também antecipamos a adoção da tecnologia flex, com participação da engenharia brasileira e do Centro de Testes de Tatuí, no interior paulista.
O sistema combina o motor 2.3 turbo com um propulsor elétrico e uma bateria recarregável em fonte externa. Como referência, a Ranger PHEV europeia utiliza câmbio automático de dez marchas, motor elétrico de 75 kW, aproximadamente 102 cv, e bateria com capacidade útil de 11,8 kWh. O conjunto entrega 281 cv e 697 Nm, ou cerca de 71,1 kgfm, com autonomia elétrica de até 43 km pelo ciclo WLTP. A configuração sul-americana ainda terá seus números definitivos anunciados.
Essa arquitetura permite percorrer trajetos utilizando apenas eletricidade e recorrer ao motor a combustão em viagens ou quando necessário. Para quem consegue recarregar regularmente, abre a possibilidade de reduzir o uso de combustível nos deslocamentos cotidianos sem depender exclusivamente da infraestrutura de recarga para percorrer longas distâncias.
Outro detalhe observado pelo Autoweb é que o protótipo híbrido mostrado em Pacheco não correspondia a uma configuração de máximo equipamento. Isso levantou a possibilidade de a motorização PHEV equipar mais de uma versão, como acontece com o V6 diesel. A composição da linha, entretanto, ainda não foi confirmada. O AutoShow já havia acompanhado a apresentação de unidades híbridas no Brasil em dezembro de 2025, quando a Ford também mantinha em aberto as versões destinadas ao país.
A chegada das duas novidades integra a transformação industrial de Pacheco, com investimentos acumulados de US$ 870 milhões, incluindo US$ 170 milhões destinados à Ranger híbrida plug-in. Para o consumidor brasileiro, a mudança amplia as possibilidades de escolha: a Tremor acrescenta preparação fora de estrada e motor turbo flex, enquanto a PHEV combina eletrificação com a possibilidade de abastecer com gasolina ou etanol. Preços e equipamentos finais ainda serão divulgados.