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Veja como ficou o novo BYD Dolphin Mini que tem pré venda aberta na China

Novo Dolphin Mini fica maior e mais potente na China; saiba o que muda e veja quando ele vem ao Brasil

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A Nova geração do Seagull, o "nosso Dolphin Mini" cresce 42,5 cm, adota tração traseira e muda a cabine para disputar mercado com o Geely EX2. Veja tudo o que mudou na nova geração.

A BYD abriu nesta sexta-feira (9) as reservas na China para a nova geração do Seagull, modelo vendido no Brasil como Dolphin Mini. Também chamado de Great Seagull, o hatch elétrico passa por uma mudança de porte e de conjunto mecânico: chega a 4,20 metros de comprimento e troca a tração dianteira pela traseira. Os preços e a lista definitiva de versões, porém, ainda não foram divulgados. 


Os interessados podem registrar a intenção de compra pelo aplicativo da fabricante mediante um depósito de 2.000 yuans o que corresponde a cerca de R$ 1.700. O pagamento permite reembolso antes da confirmação do pedido e não equivale à compra definitiva. Depois da apresentação comercial, o consumidor poderá rever a configuração escolhida. 

A transformação aproxima o modelo da proposta do Geely EX2, conhecido na China como Xingyuan. O rival também utiliza motor traseiro e ganhou espaço no mercado chinês, pressionando o compacto da BYD. Entre janeiro e agosto, o Geely acumulou cerca de 266 mil unidades comercializadas, contra aproximadamente 74 mil do Seagull. 

O crescimento é uma das principais mudanças. O novo modelo mede 4,205 metros de comprimento, 1,81 metro de largura e 1,57 metro de altura, com distância entre-eixos de 2,65 metros. São 42,5 centímetros adicionais no comprimento e 15 centímetros entre os eixos em relação à geração atual. Com isso, o hatch avança para uma faixa de tamanho próxima à do Dolphin. 

Na mecânica, o motor elétrico passa a entregar 95 kW, equivalentes a aproximadamente 129 cv, ante os 75 cv do modelo atual. A instalação no eixo traseiro também libera espaço sob o capô para um compartimento de bagagens de 94 litros. Na traseira, a capacidade de carga pode chegar a 1.380 litros com os bancos rebatidos. 

As informações disponíveis apontam duas opções de bateria, com 30 kWh e 39,2 kWh, e autonomia entre 320 e 420 quilômetros pelo ciclo chinês CLTC. Esses números seguem um procedimento diferente do utilizado pelo Inmetro e não representam uma autonomia homologada para o Brasil. 

A cabine tem cinco lugares e abandona o quadro de instrumentos separado atrás do volante. As informações de condução aparecem na parte esquerda da tela central, que também reúne as funções de multimídia. A nova disposição mantém comandos físicos abaixo do monitor e no volante. 

Entre os recursos previstos estão um sensor LiDAR no teto, associado ao pacote de assistência à condução DiPilot 300, e carregamento ultrarrápido. A disponibilidade por versão e os dados definitivos de recarga ainda dependem da apresentação completa. A BYD anunciou seis cores para a carroceria: verde, laranja, branco, rosa, azul e cinza. 

O lançamento comercial na China está previsto até o fim de 2026. A abertura das reservas ocorre antes da divulgação dos preços e das configurações finais. Vale dizer que o vice presidente sênior da BYD já confirmou a oferta do modelo no Brasil mas possivelmente isso só deve ocorrer no final de 2027. O Dolphin Mini é produzido na fábrica de Camaçari e em setembro teve 9,3 mil unidades vendidas liderando o segmento no país.

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